Entre os dias 15 a 17 de Julho a União Nacional dos Estudantes realizará o seu 64 CONEG em meio aos estágios finais do processo de Golpe em curso no Senado. Nesse sentido, a Kizomba Rio de Janeiro, com base nos textos construídos pelos seus militantes e na sua plenária de conjuntura traz as seguintes contribuições para a Tese Nacional da Kizomba:

Reforçar a luta nas olimpíadas para derrotar o golpe!

No calendário atual de votação do Senado a votação do impeachment se aproxima com previsão de acontecer logo após os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Esse fato reitera a centralidade de organizarmos em conjunto da Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo mobilizações, atos e ações para denunciar o golpe perante os olhos do Brasil e do mundo que estarão focados no evento.

Vídeo interessante que mostra como o neoliberalismo tem se adaptado à modernidade e nós faz entender porque os produtos modernos duram menos, porque as tecnologias mudam (sem muito mudar) toda semana, porque a coleta seletiva domiciliar quase não faz diferença na balança e porque queremos sempre comprar mais.

Acabou de sair a chamada para o curso massivo do Plebiscito que vai acontecer esse sábado, no Rio de Janeiro.

Vamos mudar esse Sistema Político que não nos representa e reformar o Congresso! Chega de subrepresentação de mulheres, jovens, negros, índios e homossexuais nas decisões de nosso país.

via Carta Capital:

Por Leonardo Avritzer

A presidente Dilma Rousseff assinou, no último dia 21, um decreto que institui a Política Nacional de Participação Social. De acordo com o decreto “fica instituída” a política, “com o objetivo de fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil”.

Em 23 de maio de 2014, a Presidenta Dilma Roussef assinou o Decreto 8.243, que institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS).
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Por Eduardo Morrot

2014 no Brasil é ano de copa do mundo. Por um lado isso significa melhorias em infra-estrutura, mais investimentos e, talvez o mais importante, um caldo de cultura ligado ao esporte mais enraizado na população brasileira. Por outro significa remoções forçadas, apropriação privada de espaços públicos e aumento da repressão policial – questões abomináveis sobre as quais o movimento social organizado precisa construir lutas.

A partir de uma declaração do mais recente Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, o debate sobre a política de drogas voltou à discussão no plano do Judiciário1. Apesar de levantado recentemente pela legalização da venda e cultivo de maconha pelo Uruguai, a última vez que o tema esteve inserido no plano jurídico foi exatamente pela mesma Corte, quando foram consideradas constitucionais as marchas da maconha.

Por Heitor Scalambrini Costa

Em recente artigo (UFPE: omissão sem punição, DP de 4/5), relatei a intencionalidade dos gestores do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade Federal de Pernambuco com relação à situação de patente descaso para com essa unidade de saúde vinculada à Reitoria.
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